SEJA BEM VINDO!!!


É com enorme alegria que eu o (a) recebo nestas páginas.


Elas estarão sendo criadas e re-criadas a cada momento, a cada dia, com o objetivo de lhe oferecer um pouco daquilo que eu busco, daquilo que eu sinto, daquilo que eu amo.


E uma das minhas grandes buscas é, justamente, a “construção de uma nova consciência”. Acredito que, como eu, muitos estão empenhados neste mesmo objetivo, neste mesmo ideal.


É claro que, para construirmos esta nova consciência, precisamos colocar por terra muitas coisas. Precisamos criar espaço para que ela seja erguida.


Por isto, de forma aparentemente antagônica, estamos vivendo o grande momento da desconstrução. Faz-se necessária a desconstrução de muitos paradigmas que carregamos por milênios. Faz-se necessária a desconstrução de crenças e padrões comportamentais que, diga-se de passagem, talvez tenham trazido inúmeros motivos de satisfação para o nosso ego, mas não para a nossa alma.


Hoje sabemos da nossa real capacitação, como Seres Espirituais, que possuem em cada átomo a natureza divina. Hoje sabemos que somos criadores ou co-criadores (quando agimos em consonância com o aspecto divino que existe dentro de cada um de nós) da nossa vida. E aí já encontramos uma das grandes mudanças de paradigma: somos totalmente responsáveis por tudo o que nos acontece. Vítima das circunstâncias? Nunca mais!!! Culpar o outro pelas nossas desventuras? Este papel também não nos cabe mais.


Construímos o nosso dia a dia a partir dos nossos pensamentos, das nossas emoções.


Isto nos leva a concluir que devemos vigiar a nossa mente para que nela só prosperem os pensamentos de alegria, felicidade, amor e paz. “Orai e vigiai!” Assim já dizia o Mestre dos Mestres. Hoje tudo o que ele nos falou, há 2000 anos, está se tornando muito claro. Falou da nossa capacitação (que podíamos fazer o que ele fazia), do amor incondicional, do não julgamento, da tolerância e aceitação do outro de forma semelhante aquela que nós devemos nos aceitar.


Sim, este amor incondicional deve também ser direcionado, em princípio e de forma plena, para nós mesmos! Amar-nos e aceitar-nos de forma total, sem restrições!


Amar-nos e aceitar-nos com os nossos acertos e também com as nossas imperfeições. Sim, não esqueçam que estamos neste Amado Planeta, que nos acolhe também com tanto amor, para aprendermos. E se o objetivo é o aprendizado, é porque não sabemos tudo, correto? E por que nos julgamos tanto? E por que nos cobramos tanto? E por que julgamos tanto os nossos companheiros de caminhada? E por que eles são tão cobrados por nós?


É o momento de dizermos “xô, xô” às nossas culpas, às nossas cobranças, aos nossos julgamentos.


É o momento de nos conhecermos, sim! De sabermos quem realmente somos, sim! Mas com o grande objetivo de nos transformarmos, de colocarmos em ação aquilo que sempre foi o objetivo principal de estarmos aqui: o nosso aprendizado e a nossa capacitação.


Bem, até agora estive falando de cada um de nós, como indivíduos. Mas não esqueçam que somos partes de um outro Grande Ser: GAIA, a Mãe Terra.


E com certeza, à medida que nos transformarmos, à medida que construirmos uma Nova Consciência Individual, estaremos transformando também o nosso Planeta e criando uma Nova Consciência Coletiva.


Na medida em que formos aprendendo as nossas lições e passarmos a viver o verdadeiro amor, aprenderemos também a direcioná-lo para quem nos acolhe de forma tão amorosa: a Amada Mãe Terra. Aprenderemos a direcioná-lo para a natureza, com todos os seus elementos. Aprenderemos a preservar todo este nosso Grande Espaço Sagrado. Aprenderemos a amar e honrar todos os Seres Viventes.


E é sobre tudo isto que tenho a intenção de conversar com você neste espaço, que é NOSSO!!! Aqui você pode interagir, comentar, participar. Terei grande alegria em sentir a sua presença.


E é também relacionada com isto a bela melodia que vocês estão ouvindo agora, cuja letra e tradução eu incluí logo abaixo.


Sintam-se à vontade para visitar os espaços que dediquei às MATÉRIAS (espaço onde coloco conteúdos relacionados com esta temática de “Construção de uma Nova Consciência”), aos VÍDEOS e às IMAGENS e fotos.


Também indico, de forma especial, uma visita ao espaço que denominei, como link, de BLOG DO KAI. Kai é um amigo especial que encontrei, virtualmente, há pouco tempo. Mas, com certeza, pela sintonia que possuímos em termos de buscas e convicções, já tivemos alguns encontros em algumas outras vidas. Minha profunda gratidão a ele por este blog existir.


Bem Amigos, desejo que sintam, cada vez mais, a Paz e o Equilíbrio Interior, vivendo com muita Alegria e Amor no coração!


Eleonôra



FAITH OF THE HEART
Letra de Diane Warren y cantada por Russell Watson

It´s been a long road, getting from there to here.
Foi um longo caminho, para chegar de lá até aqui

It´s been a long time, but my time is finally near.
Foi um longo tempo, mas meu tempo finalmente está próximo.

And I can feel the change in the wind right now. Nothing´s in my way.
E sinto a mudança do vento neste momento. Não há nada no meu caminho

And they´re not gonna hold me down no more, no they´re not gonna hold me down.
E eles não me deterão jamais, não eles não me deterão.

Cause I´ve got faith of the heart.
Porque tenho a fé do coração.

I´m going where my heart will take me.
Vou ir onde o meu coração me levar.

I´ve got faith to believe. I can do anything.
Eu tenho fé para crer. Eu posso fazer qualquer coisa.

I´ve got strength of the soul. And no one´s gonna bend or break me.
Eu tenho a fortaleza da alma. E ninguém vai me dobrar ou me abalar.

I can reach any star. I´ve got faith, I´ve got faith, faith of the heart.
Eu posso alcançar qualquer estrela. Eu tenho fé, eu tenho fé, a fé do coração.

It´s been a long night. Trying to find my way.
Foi uma longa noite. Procurando encontrar o meu caminho.

Been through the darkness. Now I finally have my day.
Atravessei a escuridão. Agora finalmente tenho o meu dia.

And I will see my dream come alive at last. I will touch the sky.
E finalmente verei que o meu sonho se tornou realidade. Vou tocar o céu.

And they´re not gonna hold me down no more, no they´re not gonna change my mind.
E eles já não me deterão mais, não, eles não mudarão a minha mente.

Cause I´ve got faith of the heart.
Porque tenho a fé do coração.

I´m going where my heart will take me.
Vou ir onde o meu coração me levar.

I´ve got faith to believe. I can do anything.
Eu tenho fé para crer. Eu posso fazer qualquer coisa.

I´ve got strength of the soul. And no one´s gonna bend or break me.
Eu tenho a fortaleza da alma. E ninguém vai me dobrar ou me abalar.

I can reach any star. I´ve got faith, faith of the heart.
Eu posso alcançar qualquer estrela. Eu tenho fé, eu tenho fé, a fé do coração.

I´ve known the wind so cold, and seen the darkest days.
Conheci o vento tão frio e vi os dias mais escuros.

But now the winds I feel, are only winds of change.
Mas agora os ventos que sinto são somente os ventos da mudança.

I´ve been through the fire and I´ve been through the rain.
Atravessei o fogo e atravessei a chuva.

But I´ll be fine.
Mas estarei bem.

Cause I´ve got faith of the heart.
Porque tenho a fé do coração.

I´m going where my heart will take me.
Vou ir onde o meu coração me levar.

I´ve got faith to believe. I can do anything.
Eu tenho fé para crer. Eu posso fazer qualquer coisa.

I´ve got strength of the soul. And no one´s gonna bend or break me.
Eu tenho a fortaleza da alma. E ninguém vai me dobrar ou me abalar.

I can reach any star. I´ve got faith.
Eu posso alcançar qualquer estrela. Eu tenho fé.

I´ve got faith of the heart.
Eu tenho a fé do coração

I´m going where my heart will take me.
Vou ir onde o meu coração me levar.

I´ve got strength of the soul. And no one´s gonna bend or break me.
Eu tenho a fortaleza da alma. E ninguém vai me dobrar ou me abalar.

I can reach any star. I´ve got faith, I´ve got faith, faith of the heart.
Eu posso alcançar qualquer estrela. Eu tenho fé, eu tenho fé, a fé do coração.

It´s been a long road.
Foi um longo caminho.


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Uma Conspiração Espiritual

“Para mim, fazer música é sentir o Eu Interno e tirar dali o que há de mais profundo em termos de criatividade sonora para fins de crescimento humano... Codificar música é apresentar o poder das palavras em sons que curam a alma. Ainda que tenha um caráter muitas vezes sagrado, a música que sintonizo deve sempre manter seu caráter de entretenimento.” (Stekel)

Paulo Stekel faz da música um caminho para chegarmos mais próximos do nosso Ser Interno, da nossa Alma, do Divino! Abaixo estou incluindo um vídeo, criado por ele, e que tem a sua música como fundo. Mais abaixo, a mensagem do vídeo, traduzida por Stekel. Apreciem e deixem-se envolver. Se desejarem conhecer mais do seu trabalho, visitem o seu blog: http://stekelmusic.blogspot.com/


Uma Conspiração Espiritual

"Na superfície do mundo, exatamente agora, há guerra e violência e as coisas parecem sombrias. Mas, ao mesmo tempo, calma e silenciosamente, algo mais está acontecendo clandestinamente.

Uma revolução interior está acontecendo e certos indivíduos estão sendo chamados para uma Luz mais elevada. É uma revolução silenciosa. De dentro para fora. De baixo para cima. Esta é uma operação Global... Uma conspiração espiritual.

Há células adormecidas em cada nação do planeta. Vocês não nos verão pela TV. Vocês não lerão a nosso respeito nos jornais. Vocês não ouvirão sobre nós no rádio. Nós não buscamos nenhuma glória. Não usamos nenhum uniforme. Chegamos em todas as formas e tamanhos, cores e costumes. A maioria de nós trabalha anonimamente. Estamos silenciosamente trabalhando nos bastidores em cada região e cultura do mundo, em grandes e pequenas cidades, montanhas e vales, fazendas e povoados, tribos e remotas ilhas. Você poderia passar por um de nós e nem notar. Seguimos em segredo. Permanecemos nos bastidores. Não nos importa quem ganha o crédito final, mas, simplesmente que o trabalho seja realizado.

De vez em quando nos encontramos pelas ruas. Damos um suave cumprimento e seguimos nossos caminhos. Durante o dia muitos de nós fingem ter empregos normais, mas, por detrás das aparências, à noite, é quando o verdadeiro trabalho se inicia.

Alguns nos chamam de "'Exército da Consciência". Lentamente estamos construindo um mundo novo com o poder de nossos corações e mentes. Seguimos com alegria e paixão nossas ordens que chegam da Inteligência Espiritual Central.

Estamos jogando suavemente bombas secretas de amor quando ninguém está olhando. Poemas, abraços, músicas, fotos, filmes, palavras gentis, sorrisos, meditações e preces, danças, ativismo social, websites, blogues, atos casuais de bondade. Expressamo-nos de uma forma única e pessoal, valendo-nos de nossos talentos e dons próprios.

"Seja a mudança que você quer ver no mundo". Esse é o lema que preenche nossos corações. Sabemos que essa é a única forma de conseguir realizar a transformação. Sabemos que silenciosa e humildemente temos o poder de todos os oceanos juntos. Nosso trabalho é lento e meticuloso, como a formação das montanhas. Ele não é visível à primeira vista. E, ainda por causa dele, placas tectônicas inteiras devem ser movidas nos séculos vindouros.

O amor é a nova religião do Século 21. Você não precisa ser uma pessoa altamente educada ou ter qualquer conhecimento excepcional para entender isso. Isso vem da inteligência do coração, gravada no pulso evolucionário eterno de todos os seres humanos.

Seja a mudança que você quer ver no mundo. Ninguém pode fazer isso por você. Nós, agora, estamos recrutando. Talvez você se junte a nós. Ou talvez já tenha se juntado. Todos são bem-vindos. A porta está aberta."

(tradução de Stekel)

O texto original em Inglês traduzido para o Português por Stekel é assinado por um jovem que responde pelo apelido de Sensipeter e foi publicado em 20/11/2008 em: http://lightworkers.org/content/55855/a-spiritual-conspiracy

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O PODER DA GENTILEZA



Dulce Guimarães

Os desafios de relacionamentos são vastos e amplos. Os diferentes tipos de pessoa, as diversas percepções, as inúmeras histórias pessoais e as múltiplas interpretações dificultam estabelecermos uma única forma de nos relacionarmos. Neste aspecto, cada caso é um caso realmente.
Para cada qual com quem nos relacionamos há uma forma diferente de relação. Algumas pessoas são diretas, pragmáticas. Outras são cerimoniosas. Há as informais, as cheias de protocolos, as bem amigas e as meras conhecidas. Mesmo entre os mais íntimos, temos que apresentar uma relação exclusiva e única, pois cada pessoa tem sua peculiaridade e a história em comum é componente que cria contexto.
Até aí, tudo bem. Mas não haverá um padrão, um valor de performance que possa atender a todos igualmente? Se existe algo
que podemos mapear, eu diria que é a gentileza. Essa vale sempre, em qualquer situação, com qualquer pessoa, em infinitas possibilidades. Alguns diriam que seria a educação. Uma pessoa que age de forma bem educada sempre será bem vista. É fato que apresentar um comportamento educado é algo bastante desejável, mas acredito que a gentileza está além disso. Já observei pessoas agindo educadamente, mas nada gentilmente. E isso faz toda a diferença.
Há um poder imenso em entregar gentileza em cada passo e a cada instante. Ser gentil significa estar em equilíbrio pessoal, considerar a si, ao outro, ao meio e ao contexto um valor positivo, independente das condições. Sempre me encanta quando as pessoas conseguem ser gentis mesmo frente aos maiores absurdos ou em condições precárias e adversas. E também observo o impacto e o poder que essa gentileza tem de provocar mudanças profundas no outro.
É impressionante como a gentileza pode transformar relações, processos e resultados. Nas tradições, a gentileza é dada como um
sintoma da paz. Quando a pessoa sai do estado interno pacífico, a primeira coisa que perde é a gentileza. Assim, ser gentil é poder experimentar constantemente um estado íntimo de paz.
Tem gente muito educada que faz considerações para outras, mas sem a devida gentileza. Parecem dizer como subtexto “olha, vou lhe explicar, porque você não entendeu e eu sei o que ou como deve ser feito''. Há educação, mas falta respeito pela diversidade e pela velocidade do outro. Ser gentil é a arte de conjugar educação, respeito e verdadeiro interesse pelo semelhante. Isso muda tudo.
Permita que as pessoas realmente interajam, que elas sejam capazes de trocar ideias, perceber outros pontos de vista e dialogar na busca de novas possibilidades. Ser gentil nunca é demais, mas facilmente sua falta é de menos, torna tudo menos adequado, fraterno e interessante. Assim, use e abuse do poder da gentileza e não se espante se, ao final, a pessoa mais feliz e satisfeita for você.

PhD em Filosofia pela Columbia University com foco em Planejamento de Carreira
Site: www.work.com.br
Twitter: Dulce Guimarães

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CAOS DENTRO, CAOS FORA. HARMONIA DENTRO, HARMONIA FORA.

ACONTECIMENTOS DA TERRA QUE REFLETEM NOSSO INTERIOR
 


 

“Antes que possa surgir uma relação sadia entre duas pessoas que tenham estado unidas por diversas distorções mútuas, pode surgir uma tormenta interior ou exterior que cumpra a mesma função de reequilíbrio que uma tormenta elétrica ou um terremoto no âmbito da natureza.”
(do livro: “Criando União”, de Eva Pierrakos e Judith Saly)


Fazemos parte da Terra, somos com ela uma Unidade. Em certos momentos o corpo físico manifesta alguma enfermidade em consequência de um processo interno doentio, como agressividade não reconhecida, egoísmo, feridas não resolvidas, sentimentos reprimidos, medo de viver as mudanças, solidão interior, etc. E mesmo que não consigamos ver, tudo tem sua repercussão na Terra.

O que vemos e utilizamos para nosso beneficio é o Corpo Físico da Terra, seus elementos: o mundo mineral, vegetal, água e fogo. E qual é a parte da terra com a qual convivemos também, mas que não percebemos como uma realidade concreta?

A terra se encontra, apenas como um corpo físico, limitada em sua evolução. Nós, apenas existindo a partir do nosso mundo físico, também nos encontramos limitados. O que não percebemos, e começa a aparecer como uma realidade, é que nossas capacidades espirituais estão unidas às capacidades espirituais do Ser Terra.

Assim como somos seres físicos, em nós existem infinitas capacidades de expressão, e justamente aí é onde a Terra tem seu maior potencial: em nós como Seres Espirituais. Nossa evolução espiritual é a evolução espiritual da Terra. Podemos sentir, refletir, perceber, intuir, e com tudo isto podemos fazer algo. Temos capacidades que nenhum outro ser físico sobre a terra possui: transformar, plasmar, concretizar. Este é nosso máximo poder. Um animal tem emoção e instinto. Age apenas movido por suas emoções mais básicas, que não são boas nem más, simplesmente são. Não tem a capacidade de pensar ou intuir acerca das consequências de seus atos. O animal faz o que tem que fazer dentro de sua escala evolutiva. Entretanto o Homem sente, pensa, tem instinto, tem intuição, e pode parar e ver o que faz com tudo isto. A isto chamamos Consciência. A Consciência é o maior potencial do Ser Humano como Ser Espiritual. O Homem pode decidir conscientemente mudar a realidade na direção daquilo que se propõe. Podemos cuidar e curar, mas também podemos ferir e adoecer. E quando ferimos, ocorre algo fundamental que ainda não vemos: assim como quando assumimos nosso poder espiritual e nos tornamos responsáveis por ele, estamos levando a Terra a uma escala de maior Evolução, quando não somos íntegros, benevolentes, compassivos, altruístas, é também na Terra que repercute.

Quando o egoísmo é o que nos guia, quando a dor interna faz o nosso corpo adoecer, quando a sede espiritual não é ouvida, quando por medo de nos conhecermos verdadeiramente não nos permitimos mudar e continuamos repetindo estruturas caducas, quando nos afogamos por dentro, quando explodimos como um vulcão fora de controle, quando o fogo do que queremos fazer e não fazemos nos queima, quando somos pobres em dar, quando nos tornamos mesquinhos e secos, quando o recorrente rancor e ressentimento se transforma em uma guerra contra o outro, quando nossa rigidez é tanta, que faz o nosso corpo doer, e só um tremor involuntário nos libera, quando nossas emoções, nossa água interior não estão calmas, e se sacodem contra as bordas de nossos olhos e a angústia deixa transparecer uma profunda dor, quando nossa vida se torna vazia, monótona e sem sentido, nosso corpo adoece, clama e reclama. Ele não aceita a infelicidade.

Somos mais de seis bilhões e oitocentas mil pessoas habitando este Ser Terra. Se cada ser que a habita, em algum lugar, sente este caos interior pode a Terra ser indiferente? Poderia não perceber nada e suas águas seguirem em harmonia, seus ventos em calma, e em quietude o seu centro? Caso nos consideremos entes separados, sem nenhuma relação um com o outro, que existimos ao azar, e que entre cada um de nós só existe vazio, poderíamos pensar que a terra não tem nada a ver conosco e que a nossa relação com ela é meramente funcional. Mas falar disto nesta época é quase como dizer que a terra é quadrada. Terremotos e tremores, tsunamis, violentas tormentas, desprendimento de icebergs, desmoronamentos, secas, inundações, furacões e tufões podem estar nos indicando esta realidade.

“Nossa civilização inteira se baseou em duas falsas suposições centrais que ainda hoje são ensinadas em nossas escolas. A primeira suposição falsa é que o espaço entre as coisas está vazio. Nós dizemos “que noventa e seis por cento do universo é espaço vazio”. O importante para nós, a matéria ocupa no máximo quatro por cento. A segunda suposição falsa é que nossa experiência interna – nosso pensamento, sentimento, emoção e crença - não tem efeito em nosso mundo além de nossos corpos. Ambas as suposições provaram ser absolutamente falsas. Isso não é teoria, é um fato científico, documentado em revistas científicas.” (Gregg Braden)

Agora é importante esclarecer que estes fatos não tem o objetivo de fazer com que o ser humano se sinta “culpado” do caos, mas, isto sim, Consciente da interconexão que existe entre Tudo o que É, e responsável pelo que emite em seu viver diário.

Muito está acontecendo, e nós estamos vendo. Mas muito também está acontecendo, e não estamos vendo. Hoje muitas pessoas se encontram reformulando suas vidas, seu rumo; ocorrem muitos rompimentos entre casais; muitos casais renascem; muitas pessoas definem suas vidas; muitos decidem mudar de área de trabalho ou o lugar onde vivem. Muitos seres estão se sentindo profundamente chamados a encontrar um Sentido para o que fazem, e isto é o que está acontecendo e não vemos, mas repercute em nossa vida diária. Mobiliza-nos em todos os aspectos da nossa existência.

Estamos presenciando algum final? Estamos presenciando algum começo? Estas perguntas fazem eco em nosso interior. Não importa saber se estamos fazendo o que temos que fazer, se estamos despertos, se somos conscientes de nossa valiosa vida.

Um refúgio, um refúgio interior é o que mais necessitamos encontrar em definitivo. Um lugar em nós mesmos onde encontrar a paz, onde colaborar com a tranquilidade. Não existe motivo para temer, somos filhos da Terra, pequenos Anjos encarnados. Só devemos reconhecer este fato, assumirmos com humildade o nosso poder. Assumirmos também a nossa parte que está desconectada desta fonte, e se alimenta diariamente de ira, rancor, egoísmo, ressentimento, medo, dor. Podemos fazer um trabalho de reconhecer tudo o que somos, o que podemos fazer para nós mesmos de forma harmoniosa e amorosa, bem como o que pode ser feito neste sentido com o nosso entorno.

Somos a Raça Humana, uma raça com infinitas capacidades. Vamos seguir acreditando que viemos para este mundo para crescer, estudar, trabalhar, possuir bens, formar uma família e morrer? Nada disto é negativo. Crescer, estudar, trabalhar, possuir bens, formar uma família e morrer, tudo isto pode ser nosso maior canal de Luz e Transformação. Mas quando a vida se torna monótona, sem cor e limitada, vivemos tudo isto fosse obrigação. Sobrevivemos e, muitas vezes, vivemos evitando viver. O que mais importa não são as coisas que alcançamos ou que possuímos, mas nossa relação com elas.

Não mais o velho. Isto é o que está nos dizendo a Terra: “Seres amados não desperdicem sua vida! Amem, amem comigo. Expandam seu potencial, levem seus Filhos para a Luz. Façam brilhar seus olhos de felicidade e sejam mensageiros do Novo! Vocês fazem isto por mim. Eu lhes ofereço minha morada. Façamos juntos este trabalho, criemos o Paraíso.”

NANCY ORTIZ

Tradução para o português: Eleonôra

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FEEDS - esclarecendo

Estamos reativando o nosso blog “Construindo Uma Nova Consciência”. Ele estava desativado, pois tínhamos optado por fazer um trabalho mais próximo de vocês, através de uma rede social.

Entretanto, estamos retornando e, para facilitar o nosso contato, estamos introduzindo a utilização de Feeds.

Eles estão nas diversas páginas do blog (dentro de cada assunto), para que você inscreva seu e-mail, nos assuntos que mais lhe interessam e, desta forma, receba as atualizações, tão logo elas sejam feitas.

Para isto você deve clicar no link de cada tema que seja do seu interesse, nas respectivas páginas, em uma figura igual a esta, o que vai remetê-lo a uma outra página onde poderá inscrever o seu e-mail:


Abaixo os links dos diversos temas abordados em nosso blog. Você poderá escolher aqueles com os quais mais se identifica, clicar no respectivo item abaixo, ir na página e clicar na figura que mostramos acima e inscrever-se no Feed.

- Home (página inicial do blog);
- Blog do Kai;
- Vivendo a Espiritualidade (tratando da melhor forma de convivermos com o nosso mundo espiritual)
- Ecologia da Alma (tratando de nossas emoções);
- Alimentação e Saúde (dicas de alimentação saudável);
- Nossos Amigos Cetáceos;
- Mãe Terra (ecologia e preservação da natureza);
- Ho’oponopono (importante técnica para nos auxiliar na mudança de padrões de comportamento);
- Vídeos
- Imagens

Portanto, repetindo: escolha aqueles assuntos com os quais mais se identifica e receba no seu e-mail a atualização.

Aproveitamos para convidá-lo a visitar um novo espaço: “Vivendo a Espiritualidade”. De imediato você já vai encontrar as primeiras postagens. Ali também tem um Feed que, ao clicá-lo você poderá solicitar o recebimento das atualizações por e-mail.

Para que possamos interagir de uma forma mais efetiva, você pode opinar a respeito de cada postagem, em espaço existente no blog, depois de cada texto. Agora mesmo, caso ainda tenham ficado dúvidas sobre o que expusemos acima, coloque seus questionamentos no espaço abaixo e inclua o seu e-mail. Entrarei em contato com você prontamente.

Muita Paz, Amor e Alegria em seus coração

Eleonôra

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COMEÇAR A DESPERTAR

Eckhart Tolle

Não vemos as coisas como são; as vemos como nós somos.

Eckhart Tolle, um homem de aspecto débil, não parece corresponder à imagem do clássico guru; e tem muito claro que esse não é o lugar que deseja ocupar: "não tenho nada para lhe dar; busque em seu interior" - diz. E esse é o desafio que propõe: acessar um conhecimento interno, que não pertence a ordem da mente, que reside em um lugar não determinado e que será uma descoberta pessoal; Eckhart nos sinaliza um pouco esse caminho de um modo quase provocativo: "você não é o que pensa; deixe de se identificar com a mente".

Eckhart foi pesquisador e supervisor na Universidade de Cambridge. Aos vinte e nove anos experimentou uma profunda transformação espiritual que mudou sua vida. Dedicou os anos seguintes a compreender, integrar e aprofundar essa transformação, que marcou o começo de uma intensa viagem interior.

Entre seus livros cabe destacar "O Poder do Agora" que lhe trouxe inúmeros leitores em todo o mundo e "O Poder do Silêncio", livro surpreendente e intimista, onde as palavras parecem sussurrar a partir do fundo de um profundo estado meditativo.

O que segue é uma entrevista onde fala sobre os obstáculos para a iluminação ou o que poderíamos chamar "as armadilhas da mente".

Pergunta: O que é Iluminação?

ECKHART TOLLE: Um mendigo tinha estado sentado à beira de um caminho durante mais de 30 anos. Um dia passou por ali um estranho. "Tens algumas moedas?", murmurou o mendigo, estirando mecanicamente o braço com seu velho gorro. "Não tenho nada para te dar", respondeu o estranho. E logo perguntou, "O que é isso sobre o que estás sentado?". "Nada", replicou o mendigo, "só uma caixa velha. Tenho estado sentado sobre ela desde que tenho memória". "Alguma vez olhaste o seu interior?", perguntou o estranho. "Não", respondeu o mendigo, "Para quê? Não há nada dentro". "Dá uma olhada", insistiu o estranho. O mendigo conseguiu entreabrir a tampa. Para seu assombro, incredulidade e euforia descobriu que a caixa estava cheia de ouro.

Eu sou esse estranho que não tem nada para lhe dar e que lhe diz que olhe em seu interior. Não dentro de alguma caixa - como na parábola - mas em um lugar ainda mais próximo: dentro de você mesmo. "Mas não sou um mendigo", posso lhe ouvir dizer.

Aqueles que não descobriram sua verdadeira riqueza - a brilhante jóia do Ser e a profunda e inalterável paz que se encontra nesse lugar -, são mendigos, ainda quando tenham grande riqueza material. Buscam externamente restos de prazer ou plenitude – para a validação, para a segurança ou para o amor -, enquanto em seu interior têm um tesouro que não apenas inclui todas essas coisas, mas que é infinitamente maior que qualquer coisa que o mundo possa oferecer.

A palavra "iluminação" evoca a idéia de alguma conquista sobre-humana, e o ego gosta de ver assim; entretanto, trata-se simplesmente do seu estado natural de união com o Ser. É um estado de conexão com algo incomensurável e indestrutível, algo que, quase como um paradoxo, é você em essência e que, entretanto, é muito maior que você. É o encontro de sua verdadeira natureza, além de nomes e formas; a incapacidade de encontrar esta conexão, da origem à ilusão de separação de você mesmo e do mundo que o rodeia. Percebe então a você mesmo, consciente ou inconscientemente, como um fragmento isolado. Surge o temor, e o conflito - interno e externo - se torna habitual.

Gosto da maneira simples como Buda define o estado de iluminação: "o fim do sofrimento". Há acaso algo sobre-humano nisto? É claro, como definição é incompleta. Só te diz o que a iluminação não é: não é sofrimento. Mas, o que é que fica quando já não há sofrimento? O Buda guarda silêncio a respeito, e seu silêncio implica que você terá que descobrir isso por você mesmo. Utilize uma definição negativa, de modo que a mente não possa transformá-la em algo em que acreditar ou em alguma conquista sobre-humana, em uma meta que lhe seja impossível alcançar. Apesar desta precaução, a maioria dos budistas segue acreditando que a iluminação é para o Buda - não para eles - ao menos por esta vida.

Pergunta: Você utilizou a palavra "Ser". Pode explicar a que se refere com isso?

ECKHART TOLLE: O Ser é a Vida Única eterna e onipresente que se encontra além das inúmeras formas de vida que estão sujeitas ao nascimento e à morte. Entretanto, o Ser não apenas se encontra mais além, mas na profundidade de cada forma, como sua essência mais interna, invisível e indestrutível. Isto significa que isso está a seu alcance agora, como sua natureza mais verdadeira, seu eu mais profundo. Mas não tente compreendê-la com a mente. Não trate de compreendê-la. Só pode conhecê-la quando a mente estiver quieta. Quando você está presente, quando sua atenção se encontra de forma total e intensa no Agora, poderá sentir o Ser. Mas ele nunca poderá ser compreendido com a mente. Tomar novamente consciência do Ser e viver nesse estado de "consciência sentida" é a iluminação.

Pergunta: Quando você fala no Ser, está falando de Deus? E se está, por que não usa essa palavra?

ECKHART TOLLE: A palavra "Deus" perdeu completamente seu significado, através de milhares de anos de mau uso. A utilizo às vezes, muito raramente. Por "mau uso", me refiro a pessoas que nunca tiveram sequer um vislumbre do âmbito do sagrado, da infinita imensidão existente por trás dessa palavra, a utilizarem com grande convicção, como se soubessem do que falam. Ou ainda, argumentam contra, como se soubessem o que estão negando. Este mau uso origina crenças, afirmações e ilusões egóicas absurdas, como "Meu Deus ou nosso Deus é o único Deus verdadeiro, e o teu é falso", ou a famosa frase de Nietzche: "Deus está morto".

A palavra Deus se transformou em um conceito fechado. Tão logo a palavra é pronunciada, se forma uma imagem mental - talvez não mais de um ancião de barba branca -, mas segue sendo uma representação mental de alguém ou algo fora de ti; e, sim, quase inevitavelmente, um algo ou alguém masculino.

Nem "Deus", nem o "Ser", nem nenhuma outra palavra podem definir ou explicar a inefável realidade que se encontra por trás da palavra, de modo que a única pergunta importante é se a palavra é uma ajuda ou um obstáculo, para te permitir experimentar Aquele ao qual ela aponta. Ela aponta por acaso para além de si mesma, para essa realidade transcendente, ou se presta muito facilmente a transformar-se em nada mais que uma idéia, una crença em sua cabeça, um ídolo mental?

A palavra "Ser" não explica nada, mas tampouco a palavra "Deus". "Ser", entretanto, tem a vantagem de ser um conceito aberto: não reduz o infinito invisível a uma entidade finita. É impossível formar uma imagem mental dele. Ninguém pode adjudicar a posse exclusiva do Ser. É sua própria essência, estando acessível a você de imediato como a sensação de sua própria presença, a sensação do "Eu Sou" prévia do "Eu sou isto ou aquilo". Assim que só há um pequeno passo entre a palavra "Ser" e experimentar o Ser.

Pergunta: Qual é o maior obstáculo para experimentar esta realidade?

ECKHART TOLLE: A identificação com sua mente, o que faz com que o pensamento se torne compulsivo. Não poder deixar de pensar é uma espantosa calamidade, mas não nos damos conta disto porque quase todo o mundo sofre disto, assim que é considerado "normal". Este ruído mental incessante o impede de encontrar esse domínio de quietude interna que é inseparável do Ser. Isto também cria um falso "eu" – fabricado pela mente -, que estende uma sombra de temor e sofrimento. Examinaremos tudo isso em mais detalhe mais adiante.

O filósofo Descartes acreditou ter encontrado a verdade mais fundamental quando formulou sua famosa frase: "Penso, logo existo". De fato, expressou com isso o erro mais fundamental: igualar o pensar com o Ser e a identidade com o pensar. O pensador compulsivo - e quase todo o mundo o é - vive em um estado de aparente separação, em um insanamente complexo mundo de problemas e conflitos contínuos, um mundo que reflete a crescente fragmentação da mente. A iluminação é um estado de "plenitude", de "ser um e, portanto, se está em paz. Você é um com a vida em seu aspecto manifesto - o mundo - assim como com seu eu mais profundo e a vida não manifesta - um com o Ser-. A iluminação não é só o fim do sofrimento e do contínuo conflito interno e externo, mas também o fim da horrível escravidão do pensamento incessante. Que incrível liberação é!

Identificar-se com a sua mente gera uma cortina opaca de conceitos, etiquetas, imagens, palavras, julgamentos e definições que impedem toda relação verdadeira. A cortina se interpõe entre você e você mesmo, entre você e os demais homens e mulheres, entre você e a natureza, entre você e Deus. É esta cortina de pensamento que cria a ilusão da separação, a ilusão de que há um você e um "outro" inteiramente separado. Você esquece então a realidade essencial de que, sob o nível das aparências físicas e das formas separadas, você é um com tudo o que existe. Com "esquece", me refiro a que você já não consegue sentir esta união como uma realidade evidente por si mesma. Pode acreditar que é assim, mas já não sabe se é ou não. Uma crença pode ser tranqüilizadora. Só é libertadora, entretanto, através de sua própria experiência.

Pensar se voltou uma enfermidade. A enfermidade se apresenta quando as coisas se desequilibram. Por exemplo, não há nada errado com o fato das células se dividirem e multiplicarem no corpo, mas quando este processo prossegue de forma independente do organismo completo, as células proliferam e ocorrerá uma enfermidade.

A mente é um instrumento soberbo se a usamos corretamente. Se a usamos de forma incorreta, entretanto, se torna muito destrutiva. Para ser mais preciso, não se trata tanto de que você use sua mente de modo incorreto - em geral você não a usa para nada -. Ela é que usa você. Essa é a enfermidade. Você acredita que você é a sua mente. Esse é o delírio. O instrumento se apropriou de você.

Pergunta: Não estou inteiramente de acordo. É certo que penso muito, sem sentido algum - como a maioria das pessoas -, mas ainda posso utilizar minha mente para obter coisas, e faço isso todo o tempo.

ECKHART TOLLE: Só porque você pode decifrar um enigma de palavras ou construir uma bomba atômica, não significa que pode utilizar sua mente. Tal como os cachorros gostam de morder ossos, a mente gosta de cravar seus dentes nos problemas. É por isso que resolve enigmas e constrói bombas atômicas. A você não interessam essas coisas. Permita-me perguntar isto: você pode liberar-se de sua mente cada vez que quer? Encontrou o botão que detém todo o mecanismo?

Pergunta: Você se refere a deixar de pensar? Não, não posso fazê-lo, exceto talvez por uns instantes.

ECKHART TOLLE: Então a mente utiliza você. Inconscientemente, você se identificou com ela, de modo que nem sequer se dá conta de que é seu escravo. É quase como se fosse possuído sem se dar conta: você acredita que a entidade que se apoderou de você é você mesmo. A liberdade se inicia a partir do momento em que você se der conta de que não é essa entidade que tomou posse de você - o pensador -. Saber isto lhe permite observar a entidade. Você apenas começa a observar o pensador, começa a ativar-se um nível mais alto de consciência. Você começa então a dar-se conta de que há um enorme âmbito de inteligência mais além do pensamento, e que esse pensamento é só um diminuto aspecto dessa inteligência. Também você se dá conta de que todas as coisas que realmente importam -a beleza, o amor, a criatividade, a alegria, a paz interior- tem sua origem mais além da mente. Você começa a despertar.

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NEUROPEPTÍDEOS

Este PPS é uma colaboração do amigo Antonio. Se você deseja ler algo mais sobre o assunto, clique aqui.

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CONHECENDO ECKHART TOLLE


Como admiradora que sou da obra de Eckhart Tolle, não poderia deixar de incluir esta entrevista, que recebi por e-mail (do Grupo Luz Cósmica), em meu blog.

ELEONÔRA


Conheça um pouco mais de ECKHART TOLLE, autor dos renomados "O Poder do Agora", "Praticando O Poder do Agora", "Um Novo Mundo - O Despertar de Uma Nova Consciência", "O Poder do Silêncio", "O Segredo da Felicidade".
Entrevista à norte-americana Jenny Simon.


CONHECENDO ECKHART TOLLE
por: João Carlos Marcuschi


Faço esta apresentação porque considero os ensinamentos, dele, alinhados àqueles que são abordados nas palestras de Krishnamurti; entretanto, a linguagem é mais acessível ao leitor ainda não acostumado com esta linha de leitura. Certamente, servirá para esclarecer muitos pontos, que as vezes não captamos lendo Krishnamurti.

Eckhart Tolle é um mestre espiritual ocidental, porém profundamente alinhado com a tradição meditativa do Oriente. Hoje mundialmente conhecido pelo livro "O Poder do Agora", durante muitos anos ele compartilhou sua experiência de realização interior apenas com um número muito reduzido de buscadores.

Nos textos que transcrevemos a seguir, Eckhart fala a respeito destes primeiros tempos e como o estado de iluminação impactou radicalmente sua vida. Avalia, também, o processo mais amplo de transformação da consciência humana e seus possíveis reflexos no futuro do planeta.

O material foi extraído de uma entrevista concedida por Eckhart à norte-americana Jenny Simon. O encontro aconteceu em Vancouver, no Canadá, onde o mestre (alemão??) atualmente vive.

Jenny Simon - As pessoas ao seu redor devem pensar que você é um pouco lunático. Em sua experiência interior, você nunca questionou o que aconteceu?

Eckhart - Não. Era tão claro e não havia nenhuma pergunta sobre uma realidade que era tão óbvia. Uma vez eu disse que mesmo se tivesse encontrado o Buda e ele me apontasse “não, não é isso”, eu diria – “que interessante, mesmo Buda pode estar errado”.
Isto não é algo do ego, é só para deixar claro como essa realidade é tão óbvia que nenhuma questão mental, nenhuma pergunta adiantaria.
Por exemplo, se alguém me desse uma maçã e dissesse “não, não é uma maçã”, eu diria “não, eu sei que é”.

Jenny Simon - Você aponta que seu estado de consciência implicou numa redução de 80% na atividade de sua mente pensante. Isso criou alguma espécie de carência ou algo parecido?

Eckhart- Bem, não tanto para mim, mas para as pessoas ao meu redor (risos).
Isso é certo, pois as pessoas que me conheciam, especialmente a família, pais, alguns amigos, pensaram que algo errado tinha acontecido comigo – isto porque por algum tempo, após a mudança, eu prossegui com as estruturas externas de minha vida. Apenas prosseguia como se nada houvesse acontecido, porque ainda havia um “momentum” e continuei seguindo-o durante três ou quatro anos.

Então percebi que essas estruturas externas estavam totalmente fora do alinhamento com meu ser – no mundo acadêmico totalmente dominado pela mente, o ego dominado completamente. Então aconteceu um momento em que deixei tudo para trás...

Foi aí que as pessoas pensaram que eu estava realmente louco – abandonado uma promissora carreira acadêmica e indo sentar-me em um banco do parque, sem fazer mais nada. Era bem estranho, porque eu não tinha nenhuma orientação espiritual, ninguém para dizer-me “você não precisa viver no banco do parque, você pode continuar funcionando no mundo”.

Eu defini isso por mim mesmo.
E isso levou bastante tempo, para que então eu pudesse de novo continuar funcionando no mundo. Por uns tempos, o estado da presença, do ser, era tão satisfatório, belo e completo que perdi todo o interesse no futuro... quanto mais ter ambição ou viver para adquirir isto ou aquilo. Se o momento presente era tão preenchedor, por que precisaria do futuro?
Mas naturalmente, no nível prático o futuro ainda opera, e saber disso às vezes ajuda.

Você precisa tomar um avião daqui a alguns dias, ou aprender algo que leva certo tempo, aprender uma língua, ou o que quer que seja. Mas, eu não mais necessitava do futuro, internamente, e passaram-se anos antes que eu começasse a ser capaz de lidar com o mundo novamente, sem necessitar dele – era quase como uma forma de brincadeira.

Iniciar coisas, fazer coisas e, miraculosamente, também um bom tanto de coisas vinham a mim... Mesmo enquanto estava sentado no banco do parque, com quase nada em meu bolso, geralmente no último momento alguma ocorria ou alguém vinha e novamente eu tinha algo com que viver, por enquanto. Milagrosamente isso sempre acontecia, e gradualmente, então, eu comecei a funcionar no mundo de novo.

Devo dizer que duas ou três vezes tentei voltar às estruturas do mundo, sentia que meu tempo no banco do parque estava terminando, então me dizia: “Ok, é melhor eu fazer alguma coisa”.

Uma vez me candidatei a um emprego, e isso é bem engraçado, um emprego num banco mercantil na cidade de Londres (riso). Durante a entrevista, ouviram-me com interesse, mas não me deram o lugar.

Depois candidatei-me a um emprego acadêmico e houve outra entrevista, só que devo ter dito algo, embora tenha procurado evitar a linguagem espiritual, mas... havia seis ou sete professores ao meu redor e ao final da entrevista um deles me perguntou: o que você realmente quer fazer? (riso).

E na realidade não havia nada que eu realmente quisesse fazer, então essa foi a minha última entrevista – eu percebi que na realidade não queria voltar às estruturas do mundo.
Foi então que gradualmente as pessoas vieram e passaram a me fazer perguntas, começando com situações de ensino informal.

Algo um pouco mais estruturado surgiu e então eu me tornei um professor espiritual aos olhos do mundo (risada), foi isso que aconteceu. Não ganharia um emprego se colocasse no meu currículo “não mais preciso pensar”, mas realmente é o que acontece.
O próprio poder de ensinar vem desse estado, da consciência.
Não sou eu, e sempre que começo a falar tenho essa sensação de que não tenho nada, absolutamente nada, a dizer.

Assim, não é realmente esta pessoa que está fazendo qualquer coisa.
Todo o ensinamento que tem causado um certo impacto no mundo vem desse estado de não-pensamento, não tem nada a ver com esta pessoa aqui... (riso)

Jenny Simon - Eu ouvi você várias vezes citar o mestre indiano Ramana Maharshi. Como se mede o progresso espiritual? É pela ausência do pensamento? Você acredita nisso realmente?

Eckhart - Sim, sim. No grau da ausência de pensamento, sim, está certo.
É simples, muito simples.

A mente pode dizer: “ok” – mas isto significa que não fiz nenhum progresso, porque estou pensando o tempo todo. Talvez você não saiba que já há ausência de pensamento em si, talvez algum breve momento, mas não importa...

Você respondeu à beleza?
Deve haver ausência de pensamento em você, porque de outra forma não veria a beleza.
Esse momento é ausência de pensamento.

Pode haver muitos momentos de ausência de pensamento – de repente você percebe: “Gente, há ocasiões em que o pensamento está ausente”. Ou você pode exclamar: “Oh! Eu não estou pensando!” (riso). E você já está pensando de novo.

Algumas vezes você sabe que não está pensando e ainda não está pensando (riso).
Mas é bom não tentar provocar esse estado, porque poderia ser um esforço muito grande.

A forma mais rápida de tornar-se livre de pensamento é ainda render-se ao momento, aceitar este momento como ele é, porque se você observa o processo de pensar compulsivo, descobre que sempre está associado à não-aceitação.

A não-aceitação é a característica essencial do estado egóico criado na mente – a não-aceitação do agora.

E toda a compulsão realmente é uma fuga, é o negar da beleza e da vida do agora.
Quando você vê a verdade disso, pode aceitar este momento como ele é.
É um estado de grande força – não de fraqueza, como a mente pode dizer-lhe, exceto que há um efeito colateral dessa aceitação, a mente deixada de fora, porque quando você não está lutando com o que é, a compulsão para pensar cessa.

Isso é algo que requer continuidade da prática espiritual.
Muitas vezes você não aceita o que é e então percebe que está novamente negando o agora.
E essa percepção está certa, quando você vê a não-aceitação, já está livre dela.
Quando você não vê a não-aceitação, então fica novamente preso em todo o ruído mental, porque não está aceitando o que é.

Assim, a mais poderosa prática espiritual é aceitar este momento como ele é.
Aceitação descomprometida deste momento como ele é.

É por isso que grandes mestres às vezes parecem tão aterradores, embora sejam gentis internamente, na realidade. Olhando velhos retratos ou fotos de grandes mestres, seus olhos são tão aterradores. Sim, descompromissado agora, sim, não movendo, estando aberto. E este estado é tanto gentil quanto aterrador, ambos ao mesmo tempo.

Então essa é a prática espiritual mais poderosa e é realmente a única prática espiritual que não lhe dá tempo (riso). Há tantas práticas espirituais que lhe concedem tempo para tornar-se um bom adepto, praticar mais e mais, gradualmente.
Mas aceitar este momento como ele é, você só pode fazê-lo agora.

Jenny Simon - Freqüentemente temos ouvido você falar sobre a nova consciência que está emergindo e como esse estado está disponível cada vez para um número maior de pessoas. Mas, honestamente, não estou convencida de que isso não seja uma projeção de sua experiência. Não tenho dúvida de que você floresceu como ser humano, mas não vejo evidência, ao meu redor, de que muitas pessoas passarão por isso. Pergunto: você tem alguma premonição de que isso vai acontecer em 5, 10, mil anos? Como isso realmente transformará o mundo?

Eckhart - Certo. Admito que pareço estar no epicentro da onda de transformação porque isso é o que eu faço e as pessoas chegam para estar em contato comigo. Todos que encontro estão sofrendo transformações e às vezes, quando ligo a televisão, sou repentinamente lembrado – “Oh! Não está acontecendo com todo mundo”.

Por causa de minha posição peculiar, admito que certas vezes parece, para mim, que o mundo inteiro está se transformando. Ao mesmo tempo, recebo mesmo imensa massa de correspondência de pessoas que estão relatando mudanças na consciência e enorme diminuição do sofrimento, etc.

Isso eu vejo em toda parte; porém não, não tenho uma escala do tempo, tudo que eu sei é que há uma aceleração de algo. Também sinto que o planeta provavelmente não sobreviverá outros cem anos se a velha consciência predominar por muito tempo no planeta, com tudo que isso significa.

É impossível que a natureza do planeta possa suportar isso.
Assim, pela primeira vez na história humana essa transformação tornou-se uma necessidade, até mesmo para a sobrevivência da espécie. E talvez seja somente assim, em qualquer evolução e transformação, talvez seja apenas quando a espécie alcança um ponto crítico em que a sobrevivência fica ameaçada se ela continuar sem transformar-se – aí então essa transformação acontece em nível coletivo.

Eu acredito – e posso dizer que é quase um fato – que se os velhos padrões de fazer as coisas continuarem por mais cem anos, e naturalmente esses padrões ficarão ainda mais ampliados, os meios de destruição serão maiores e o planeta não será mais capaz de sustentar a vida humana por mais cem anos.

Assim, pela primeira vez na história humana chegamos a um ponto em que a transformação da consciência não é mais um luxo. Talvez tenha havido no tempo de Buda os primeiros florescimentos, também no tempo de Jesus, já apontando para algo novo, uma maneira de ver o que estava acontecendo. Os primeiros sinais disso e depois algumas flores aqui e ali, mas nunca tinha sido uma necessidade para a sobrevivência do planeta e o fim da loucura humana.

Mas depois veio a tecnologia, veio a ciência – sim, também manifestações de grande inteligência – e ainda assim ampliaram a loucura em larga escala. Antes as pessoas tinham sorte se conseguiam matar uns poucos, agora podem matar centenas, milhões com um só aparelho (riso).

Não há mudanças, simplesmente amplia-se o efeito da inconsciência.
E é uma boa coisa, porque vemos mais claramente que nunca.
É chocante para as pessoas que a primeira guerra criou armas poderosas de destruição, provindas da tecnologia, e aí pensamos: o que foi que fizemos?
Milhões e milhões de jovens morrendo nas trincheiras inutilmente – Oh, meu Deus – foi uma abertura da visão da loucura, lá no começo do século XX.
Mas agora sabemos também o que aconteceu no restante do século.

Está em seu rosto agora, é tão óbvio.
Eu sei que o trabalho que faço, qualquer que seja, é uma manifestação da nova consciência e há muitas pessoas atravessando isso. Para salvar o planeta? Eu não sei, talvez não.

Jenny Simon - Então, pode-se dizer que você é uma espécie de necessidade da evolução, de certa forma?

Eckhart - Sim, na realidade é isto que está acontecendo.
É quase como se a espécie estivesse se tornando algo novo, uma nova espécie está evoluindo da velha. E, novamente, não é algo do ego, dizendo eu sou da nova espécie, e você não (riso).
Mas sim, é bem como se uma nova espécie estivesse chegando, e está chegando porque a velha espécie não é mais capaz de sobreviver, a menos que mude (riso).

Jenny Simon - E você pode descrever a nova espécie, quais seriam suas características?

Eckhart - A nova espécie não necessita de inimigos, drama ou conflito para dar-lhe um sentido de identidade e assim, torna-se livre, em grande escala, do conflito e do sofrimento causado pelo homem, que é uma característica da velha consciência.

Buda teve uma bela perspectiva disso, quando disse, para descrever o estado de consciência da liberação, que ela é livre do sofrimento – você não sofre mais. Pode ainda haver dor, porque enquanto houver corpo físico haverá dor, você pode ter uma dor de dente. Mas o sofrimento psicológico é causado pela entidade do eu na cabeça. Você não mais causará sofrimento para si próprio através das estruturas do pensamento. E quando você não mais causa sofrimento para si, não mais causa sofrimento para outros.

A interação entre seres humanos não será mais coberta pelo medo, como é agora – o medo e o desejo, dois movimentos de estado inconsciente.
A interação humana será caracterizada pelo amor e compaixão.

E o amor não será do tipo “preciso de você, não ouse abandonar-me, porque eu não sei o que vou fazer se você me deixar”, o amor da chamada velha consciência.

Amor é simplesmente reconhecer o outro como sendo você próprio, o reconhecimento da unidade é amor.

E todas as interações, quando se reconhece o outro como você próprio, não mais acontecem através da formação de uma imagem, uma identidade da forma, de quem aquela pessoa é.
E porque você vai além da identificação da forma em si própria, não mais constrói pequenas armadilhas e pequenos conceitos de outras pessoas... então o amor reina.

Não se pode conceber o que seria o mundo se uma grande parte da humanidade vivesse nesse novo estado de consciência. Eu não faço, geralmente, considerações sobre esse fato.
Minha suposição sobre isso é de que não seria possível reconhecer a estrutura da natureza humana. Seria muito diferente.

Potencialmente este planeta poderia ser o paraíso – é um paraíso, mas as pessoas se esforçam muito para torná-lo um inferno, contudo ainda é um belo paraíso.

Não estou dizendo que no nível da forma não haverá limitação, sim, as formas ainda vêm e vão. Mas ainda assim a harmonia é possível, viver em harmonia com a natureza.
Viver em um estado de amor, amando a essência de cada forma, pois a vida se manifesta através de milhões de formas de vida.

Amando uma vida da qual milhões de formas são manifestações temporárias; amando-as como se fosse a si próprio, sendo elas – esse é o novo estado de consciência.


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OS ANCESTRAIS E AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS


De acordo com os ancestrais de diferentes partes de nosso mundo, nosso corpo sente e pensa. Por exemplo, no caso dos ancestrais das tribos australianas, quando uma pessoa se fere ou adoece, a tribo se reúne ao redor do enfermo e canta pedindo perdão à ferida ou parte afetada. E esta começa automaticamente a dar sinais de melhora e ocorrem curas milagrosas.

O mesmo ocorre nas assombrosas curas dos kahunas ou médicos magos havaianos. Eles entram em oração direta com a parte afetada pedindo-lhe perdão. Esse ato de oração envolve os magos, o paciente e todas as vidas durante as quais eles possam ter se encontrado e se envolvido com essa pessoa. E também ocorrem curas consideradas milagrosas.

No conhecimento ancestral Inca, tudo é reciprocidade, quando alguém adoece ou se enche de energia pesada ou “hucha”, por ter atitudes egoístas, não deixando fluir o “sami” ou energia leve. Por isso nas curas se pede para aquela parte do corpo se harmonizar com ‘pachamama’ permitindo que o bloqueio se reequilibre.E a pessoa se cura.

No caso dos Lakotas, na América do Norte, eles falam com o corpo para informar-lhe que existe uma medicina que vai curá-lo. E logicamente as pessoas se curam.
Como vemos, examinando alguns casos de medicina ancestral, chegamos a uma interessante conclusão: os ancestrais aceitavam as partes de nosso corpo como um ser completamente inteligente e autônomo do cérebro. Isso durante os últimos séculos passou a ser considerado como fraude ou superstição. Mas vejamos agora as descobertas mais recentes da ciência. Você vai ficar estupefata (o).

A sabedoria do corpo é um bom ponto de acesso às dimensões ocultas da vida: é totalmente invisível, mas inegável. Os investigadores médicos começaram a aceitar este fato em meados dos anos oitenta. Anteriormente se considerava que a capacidade da inteligência era exclusiva do cérebro. Então foram descobertos indícios de inteligência no sistema imune e, logo a seguir, no digestivo.

A INTELIGÊNCIA DO SISTEMA IMUNE
A Dra. Bert descobriu (e logo outros cientistas confirmaram), que existem tipos de receptores inteligentes não só nas células cerebrais, mas em todas as células, de todas partes do corpo (chamaram inicialmente de neuropeptídios). Quando começaram a observar as células do sistema imunológico, por exemplo, as que protegem contra o câncer, contra as infecções, etc., encontraram receptores dos mesmos tipos que os do cérebro. Em outras palavras, suas células imunológicas, as que o protegem do câncer e das infecções, estão literalmente vigiando cada um dos seus pensamentos, cada emoção, cada conceito que você emite, cada desejo que tem. Cada pequena célula T e B do sistema imunológico produz as mesmas substâncias químicas produzidas pelo cérebro quando pensa. Isto torna tudo muito interessante, porque agora podemos dizer que as células imunológicas são pensantes. Não são tão elaboradas como as células cerebrais, que podem pensar em português, inglês ou espanhol. Mas sim, elas pensam, sentem, se emocionam, desejam, se alegram, se entristecem, etc. E isto é a causa de enfermidades, de stress,câncer, etc. Quando você se deprime entram em greve e deixam passar os vírus que se instalam em seu corpo.

A INTELIGÊNCIA DO SISTEMA DIGESTIVO.
Há dez anos parecia absurdo falar de inteligência nos intestinos. Sabia-se que o revestimento do trato digestivo possui milhares de terminações nervosas, mas que eram consideradas simples extensões do sistema nervoso, um meio para manter a insossa tarefa de extrair substâncias nutritivas do alimento. Hoje sabemos que, depois de tudo, os intestinos não são tão insossos. Estas células nervosas que se estendem pelo trato digestivo formam um fino sistema que reage a acontecimentos externos: um comentário perturbador no trabalho, um perigo iminente, a morte de um familiar. As reações do estômago são tão confiáveis como os pensamentos do cérebro, e igualmente complicadas.

A INTELIGÊNCIA DO FÍGADO
As células do cólon, fígado e estômago também pensam, só que não com a linguagem verbal do cérebro. O que chamamos “reação visceral” é apenas um indício da complexa inteligência destes milhares de milhões de células. Em uma revolução médica radical, os cientistas acessaram uma dimensão oculta que ninguém suspeitava: as células nos superaram em inteligência durante milhões de anos.

A INTELIGÊNCIA DO CORAÇÃO
Muitos acreditam que a consciência se origina unicamente no cérebro. Recentes investigações científicas sugerem, de fato, que a consciência emerge do cérebro e do corpo atuando juntos. Uma crescente evidência sugere que o coração tem um papel particularmente significativo neste processo. Muito mais que uma simples bomba, como alguma vez se acreditou, o coração é reconhecido atualmente pelos cientistas como um sistema altamente complexo, com seu próprio e funcional “cérebro”. Ou seja, o coração tem um cérebro ou inteligência. Segundo novas investigações no campo da Neurocardiologia, o coração é um órgão sensorial e um sofisticado centro para receber e processar informação. O sistema nervoso dentro do coração (ou o “cérebro do coração”) o habilita a aprender, recordar e tomar decisões funcionais independentemente do córtex cerebral. Além da extensa rede de comunicação nervosa que conecta o coração com o cérebro e com o resto do corpo, o coração transmite informação ao cérebro e ao corpo, interagindo através de um campo elétrico.

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O coração gera o mais poderoso e mais extenso campo elétrico do corpo. Comparado com o produzido pelo cérebro, o componente elétrico do campo do coração é algo assim como 60 vezes maior em amplitude, e penetra em cada célula do corpo. O componente magnético é aproximadamente 5000 vezes mais forte que o campo magnético do cérebro e pode ser detectado a vários pés de distância do corpo com magnetômetros sensíveis.

RECOMENDAÇÕES:
As investigações do Instituto HeartMath sugerem que respirar com Atitude, é uma ferramenta que ajuda a sincronizar seu coração, mente e corpo para dar-lhe uma coerência psicofisiológica mais poderosa. Ao usar esta técnica regularmente – experimente-a cinco vezes ao dia - você desenvolverá a habilidade para realizar uma mudança de atitude durável. Respirando com Atitude, você coloca o foco em seu coração e no plexo solar, enquanto respira com uma atitude positiva. O coração automaticamente harmonizará a energia entre o coração, a mente e o corpo, incrementando a consciência e a clareza.

A Técnica de Respirar com Atitude

1. Coloque o foco em seu coração enquanto inala. Enquanto exala coloque o foco no plexo solar. O plexo solar se encontra umas quatro polegadas debaixo do coração, justamente debaixo do esterno onde os lados direito e esquerdo da caixa torácica se juntam.
2. Pratique inalar através do coração e exalar através da caixa torácica durante 30 segundos ou mais para ajudar a ancorar sua atenção e sua energia ali. Depois escolha alguma atitude ou pensamento positivo para inalar ou exalar durante esses 30 segundos ou mais. Por exemplo, você pode inalar uma atitude de estima e exalar uma de atenção.
3. Selecione atitudes para respirar que lhe ajudem a compensar as emoções negativas e de desequilíbrio relacionadas com as situações pelas quais você está passando. Respire profundamente com a intenção de dirigir-se ao sentimento relacionado a essa atitude. Por exemplo, você pode inalar uma atitude de equilíbrio e exalar uma atitude de misericórdia, ou pode exalar uma atitude de amor e exalar uma atitude de compaixão.
4. Pratique diferentes combinações de atitudes que você queira desenvolver. Pode dizer em voz alta: “Respiro Sinceridade, Respiro Coragem, Respiro Tranqüilidade, Respiro Gratidão” ou qualquer atitude ou sentimento que você queira ou necessite. Inclusive, se você não sente a mudança de atitude a princípio, mesmo fazendo um esforço genuíno para mudar, ao menos lhe ajudará a alcançar um estado neutro, no qual você terá mais objetividade e poupará energia.

O QUE LHE PARECE? OS ANCESTRAIS TINHAM RAZÃO? O QUE VOCÊ ACHA?
ABRAÇOS

JORGE CARMONA

Traduzido para o português: Eleonôra

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SINCRONICIDADE


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O PODER DA PALAVRA

Brad Hunter

A palavra, junto com o poder da vibração, é capaz de criar, curar e também destruir.

A teoria indica que, quando focalizamos nossa mente em algo, e a isto somamos o sentimento e a emoção, para finalmente expressá-lo, estamos exteriorizando e materializando um poder que estará afetando os reinados da matéria.

O QUE DIZES A TEU SEMELHANTE, DIZES A TI MESMO
Se cada um de nós estivesse consciente de que a energia liberada em cada palavra afeta não só a quem a dirigimos, mas também a nós mesmos e ao mundo que nos rodeia, começaríamos a cuidar mais o que dizemos.

Os antigos essênios sabiam da existência de um enorme poder contido na oração, no verbo e na palavra. Os antigos alfabetos, como o sânscrito, o aramaico e a linguagem hebraica são fontes de poder em si mesmas. Os essênios utilizaram a energia que canaliza a linguagem - que era a manifestação final do pensamento, da emoção e do sentimento - para manifestar na realidade a qualidade de vida que desejavam experimentar neste mundo. Nas culturas do antigo Oriente eram utilizados os mantras, as rezas, os cânticos e as orações com intenção predeterminada, como técnicas para materializar estados internos e programar, de uma forma ignorada por nós na atualidade, realidades pensadas, desejadas e afirmadas previamente.

Os estudos realizados por físicos quânticos começam a redescobrir e validar o enorme conhecimento esquecido de antigas culturas ancestrais. Um conhecimento que se encontra ainda escondido e esquecido e que nos traria o poder de mudar nosso mundo.

AS PALAVRAS PODEM PROGRAMAR O ADN
A mais recente investigação científica russa indica que o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências, sem seccionar e nem substituir genes individuais. Só 10% de nosso DNA é utilizado para construir proteínas, e este pequeno percentual do total que compõe o DNA é o que estudam os investigadores ocidentais. Os outros 90% é considerado “DNA sucata”. Entretanto, os investigadores russos, convencidos de que a natureza não é tola, reuniram lingüistas e geneticistas - em um estudo sem precedentes -, para explorar esses 90% de “DNA sucata”.

Os resultados levaram a conclusões impensadas: segundo os estudos, nosso DNA não só é o responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazém de informação e para a comunicação a toda escala da biologia. Os lingüistas russos descobriram que o código genético, especialmente no aparentemente inútil 90%, segue as mesmas regras de todas as nossas linguagens humanas. Compararam as regras de sintaxe (a forma em que se colocam juntas as palavras para formar frases e orações), a semântica (o estudo do significado da linguagem) e as regras gramaticais básicas e assim descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm regras fixas, tal como nossos idiomas.

Portanto, as linguagens humanas não apareceram coincidentemente, mas são um reflexo de nosso DNA inerente. O biofísico e biólogo molecular russo Pjotr Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibratório do DNA. “Os cromossomas vivos funcionam como computadores solitônicos/holográficos usando a radiação laser do DNA endógeno”. Isso significa que alguém pode, simplesmente, usar palavras e orações da linguagem humana para influir sobre o DNA ou reprogramá-lo.

Os mestres espirituais e religiosos da antiguidade souberam, há milhares de anos, que nosso corpo pode ser programado por meio da linguagem, das palavras e do pensamento. Agora isso foi provado e explicado cientificamente. A surpresa maior foi descobrir a maneira como os 90% do “DNA Sucata” armazena a informação. “Imaginemos uma biblioteca que, em lugar de arquivar milhares de livros, só guarda o alfabeto comum a todos os livros. Então, quando alguém solicita a informação de um determinado livro, o alfabeto reúne todo o conteúdo em suas páginas e coloca a nossa disposição”, esclareceu Garjajev. Isto nos abre as portas a um mistério ainda maior: que a verdadeira “biblioteca” estaria fora de nossos corpos em algum lugar desconhecido do cosmos e que o DNA estaria em comunicação permanente com este reservatório universal de conhecimento.

A EVIDÊNCIA INESPERADA
O investigador Dan Winter, que desenvolveu um programa de computação para estudar as ondas sinusoidais que emite o coração sob respostas emocionais, em uma fase da investigação com seus colegas, Fred Wolf y Carlos Suárez, analisou as vibrações da linguagem hebraica com um espectrograma. O que descobriram foi que os pictogramas que representam os símbolos do alfabeto hebraico se correspondiam exatamente com a figura que forma a longitude de onda do som de cada palavra.

Isso significa que a forma de cada letra era a exata figura que formava a referida longitude de onda a ser vocalizada. Também comprovaram que os símbolos que formam o alfabeto são representações geométricas. No caso do alfabeto hebraico, os 22 gráficos utilizados como letras são 22 nomes próprios originalmente usados para designar diferentes estados ou estruturas de uma única energia cósmica sagrada, que é a essência e semelhança de tudo o que é. O livro do Gênesis está escrito nesta linguagem.

As letras dos antigos alfabetos são formas estruturadas de energia vibracional que projetam forças próprias da estrutura geométrica da criação. Desta maneira, com a linguagem se pode tanto criar como destruir. O ser humano potencializa o poder contido nos alfabetos ao somar-lhe o poder de sua própria intenção. Isso nos converte em responsáveis diretos dos processos criativos ou destrutivos na vida. E somente com a palavra!

O PODER CURATIVO DA PALAVRA
Existe uma capacidade demonstrada de quanto a palavra pode afetar a programação do DNA. A saúde poderia conservar-se indefinidamente se nos orientamos em pensamentos, sentimentos, emoções e palavras criativas e, sobretudo, bem intencionadas.

Os estudos do Instituto Heart Math nos abrem um novo panorama para a cura, não só dos humanos enfermos, mas também para a cura planetária. O instituto crê na existência do que eles chamam “hiper-comunicação”, uma espécie de rede de Internet sob a qual todos os organismos vivos estariam conectados e comunicados permitindo a existência da chamada “consciência coletiva”.

O Hearth Math declara que se todos os seres humanos fossem conscientes da existência desta matriz de comunicação entre os seres vivos, e trabalhassem na unificação de pensamentos com objetivos mancomunados, seríamos capazes de logros impensados, como a reversão repentina de processos climáticos adversos.

O poder das rezas, orações e pedidos, tal como nos legaram os antigos essênios - potencializado por milhares de pessoas -, nos outorgaria um poder que superaria ao de qualquer potência militar que quisesse nos impor sua vontade pela força.

Este poder foi demonstrado em espécies animais como os golfinhos, que trabalham unificados em objetivos comuns. Os golfinhos utilizam padrões geométricos de hiper-comunicação, ultra-som e ressonâncias que lhes servem para interagir com as redes energéticas do planeta. Estes animais possuem a capacidade de produzir estruturas sônicas geométricas e harmônicas sob a água. Poderíamos afirmar que os golfinhos ajudam mais a manter o equilíbrio planetário do que os humanos.

Se Deus nos outorgou o poder, significa que quer que nós, uma vez alcançado um nível de consciência determinado, ajudemos com respeito à vida, sendo co-criadores de sua obra.

Este artigo foi publicado na Revista ‘EL PLANETA URBANO

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LABIRINTITE


O que é a labirintite?
Trata-se da inflamação do labirinto, região do ouvido interno que, além de contribuir para a audição, é responsável pelo equilíbrio do corpo e por nosso senso de direção. Por isso mesmo o principal sintoma é uma forte sensação de tontura e vertigem, acompanhada de zumbidos, náuseas e visão embaçada. Como o labirinto se relaciona com diversas regiões do organismo – do sistema nervoso central (cérebro e cerebelo) aos olhos, nervos dos tendões e músculos – qualquer alteração nessas partes do corpo pode provocar labirintite. “As inflamações mais comuns são causadas por vírus, como o da gripe, ou bactérias trazidas pela água que entra no ouvido; distúrbios no metabolismo como diabetes e hipotireoidismo, pressão alta e estresse”, afirma Paulo Pontes, otorrinolaringologista da Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Justamente por ter tantas possibilidades de origem, o diagnóstico da labirintite costuma dar bastante trabalho aos médicos. Outras causas possíveis são infecção das vias respiratórias, otite, sífilis e meningite.

Prumo e bússola
Apesar de fazer parte do aparelho auditivo, o labirinto nos dá o senso de direção e de equilíbrio.

Com cerca de 1 centímetro de diâmetro, o labirinto é formado por uma série de pequenos ossos e membranas interligados no ouvido interno. Dentro deles circula um líquido cujo movimento regula a estabilidade do corpo. Assim, qualquer inflamação nessa região – o que caracteriza a labirintite – provoca tontura, vertigem e mal-estar generalizado.

Fonte: Ciência Hoje

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QUANDO MEU CORPO DANÇA

(ou... Dançando a vida)

Tati Guidio


Eu danço aquele dia. Danço aquilo que fiz. Danço aquilo que pensei. Danço aquilo que senti.
Danço aquela conquista, quando me achei a mulher mais feliz do mundo. No mover dos meus braços está aquela felicidade. Estão em meu rosto todos os sorrisos...
Danço aquela lembrança, aquele passado nunca esquecido. Nas minhas pernas está esse caminhar longínquo enquanto danço...
Danço aquele alguém. Danço o amor. Está em meus olhos enquanto me movo...
Danço aquele beijo. Meu corpo desenha aquela noite... o sentir da pele, do outro corpo... o nós dois nos momentos em que fomos um...
Danço aquela discussão que tivemos. E aquela que não. A raiva que senti está em meu rosto, enquanto meu corpo faz aquele movimento... sai pelos meus poros junto ao suor...
Danço aquela dor. Meu corpo diz... Diz sobre meus medos e minhas angústias enquanto danço...
Danço aquilo que gostaria de falar e não falei. Digo com o meu corpo enquanto danço. Quando travei meus dentes com força para prender as palavras que queriam sair... não saíram naquele momento, mas saem naquele giro...
Danço aquela mágoa, deixando passar o momento. Era sofrimento. Torna-se perdão naquele salto...
Danço aquele choro. Meu corpo desenha as lágrimas e diminui o tamanho daquela dor enquanto danço...
Danço os meus segredos. Os mais íntimos e indizíveis. Meu corpo escreve essas palavras não ditas enquanto danço. Até os meus dedos movimentam essas sensações...
Danço os meus sonhos, minhas fantasias... estão em cada passo. Meu corpo paira sobre nuvens... são os meus sonhos esquecidos... perdidos... estão ali enquanto danço...
Danço a minha vida. Os movimentos, ao mesmo tempo que refletem, revivem... vivem... resolvem... tocam... terminam... começam...
Mostram e me tornam aquilo que sou...
Danço tudo de mim.
Danço a mim mesma...
E, ao fim, ofegante... respiro a minha história.

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POR NOSSO CORPO CIRCULA LUZ

Jorge Carmona

Desenvolvi este artigo com base em uma discussão levantada por uma irmã na Internet. Fundamenta-se na descoberta de que nosso corpo é pura luz…leia:

“Li há algum tempo na revista ‘Dsalud’ um artigo que apóia tudo aquilo que para nós já é tão legítimo: que somos energia, somos seres de luz.

Vejam, então, que os nossos sisudos cientistas foram capazes de demonstrar que assim é: que os canais energéticos que as culturas orientais conhecem há milênios e que descobriram de forma empírica, por revelações, sabe-se lá como (de forma surpreendente para os racionais ocidentais) existem na realidade científica racional a qual estamos acostumados. O que não passa por essa racionalidade e essa ciência não existe oficialmente. Pois bem, os chakras, os canais energéticos, os meridianos, a pura energia e o reiki, inclusive a conexão entre humanos, já existem para a ciência.

Em resumo: foi descoberto que a água dentro do organismo cristaliza em forma de cristal líquido (como as telas dos computadores), uma forma de cristalização que permite conservar as propriedades dos cristais óticos (sua capacidade de armazenar informação e vibrar a determinadas freqüências) e dos líquidos (sua capacidade de fluir) ao mesmo tempo. Isto significa: ela é capaz de guardar memória!!!!!!

Lembram-se das fotos dos cristais de água do Dr. Masaru Emoto?

Dito isto, não podemos esquecer que 75% de nosso corpo é água (para um bebê este percentual é de 95%), daí a importância desta descoberta.

A água conduziria os biofótons (informação eletromagnética) - o CHI, o Ki, o prana -, a velocidades inimagináveis através de nosso corpo. Céus! Por nossas veias (eletromagnéticas) circula luz!

Além disso foi descoberta uma rede ferroso-férrica de moléculas (de ferro) que graças às diferenças de potencial (geradas porque se oxidam e reduzem constantemente estas partículas) produzem energias eletromagnéticas que circulam por todo o nosso corpo, nutrindo-o e protegendo as reações bioquímicas (amplamente conhecidas por nossos cientistas) que sustentam nossa saúde. “Casualmente” estas redes são mais densas justamente em um local que coincide com um canal central diante da coluna, e possuem sete bolas de macromoléculas coincidindo com os lugares descritos como chakras, protegendo as glândulas mais importantes do organismo, onde se desenvolvem as reações bioquímicas essenciais para a vida.

Bem, o cristal líquido ficaria dentro das células e seria influenciado pelo campo magnético descrito, emitiria energia de determinados e diferentes comprimentos de onda para seu exterior, o que constituiria a aura, e captaria, como uma grande antena parabólica, informação externa.

Nossas moléculas de cristal líquido estariam fixadas dentro da rede ferroso-férrica, e serviriam como lugar de armazenagem de informação. A cientista que fez tão estupenda descoberta diz admitir que o ser humano seja formado por um corpo magnético, outro bioquímico e outro mental. Se o corpo magnético se desorienta ou danifica, deixa de proteger a estrutura bioquímica e a enfermidade surge. Se trabalhamos energeticamente sobre nosso organismo, reparamos a estrutura magnética e, conseqüentemente, a estrutura bioquímica também se recupera e, por extensão, a saúde. Constantemente, através dos chakras, nosso corpo se nutre da energia que nos rodeia para poder funcionar bioquimicamente de forma correta.

Bem, isso é tudo. Podem ver de forma ampliada no seguinte endereço (em espanhol): http://www.dsalud.com/numero85_1.htm.”

A reflexão seguinte é lógica e é uma conseqüência deste artigo. Se nosso corpo é luz e por ele circula luz, o mais lógico é que a luz do sol tenha um efeito de bateria de recarga sobre o mesmo. (…) Nosso corpo, por deficiências de alimentação e por costumes nocivos, perderia em alguns casos essa capacidade de distribuir luz harmoniosamente através de suas células, ocasionando problemas de saúde e estados de estresse.

A ação da luz solar teria o objetivo de regenerar e, posteriormente, recarregar todo esse circuito, para então recompô-lo, elevando sua vibração e desenvolvendo as partes ainda não acessadas de nosso cérebro (deixamos de utilizar cerca de 80%). Aí então poderemos estabelecer a reconexão com nosso mundo espiritual!!

Um abraço solar!!

Jorge Carmona

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MENSAGEM DOS ANCIÕES HOPE


Andaram dizendo às pessoas que esta é a Décima Segunda Hora.
Agora devem voltar e dizer às pessoas que a Hora chegou.
Eis aqui as coisas que devem considerar:
Onde estão vivendo?
O que estão fazendo?
Quais são seus relacionamentos?
Estão em uma relação adequada?
Onde está sua água?

Conheçam seu quintal.
É tempo de pronunciarem sua Verdade.
De construírem sua comunidade.
Sejam bons uns com os outros.
E não busquem fora de si mesmos o líder.

Este poderia ser um bom momento!
Existe ali um rio que flui muito rápido
É tão grande e veloz que assustará alguns.
Procurarão segurar-se à margem.
Sentirão que estão sendo destroçados e sofrerão muito.

Saibam que o rio tem um destino.
Os mais velhos dizem que devemos nos soltar da margem
e deslizarmos para o centro do rio,
mantendo os olhos abertos, e as cabeças por cima da água.

Vejam quem está ali com vocês e celebrem.
A esta altura da historia não tomamos nada como pessoal
e muito menos a nós mesmos,
pois no momento em que o fazemos
nosso crescimento e viagem espiritual se detém.

A época do lobo solitário encerrou.
Reúnam-se!

Cancelem a palavra "combate" em sua atitude e vocabulário.
Tudo o que fizerem a partir de agora deve ser de modo sagrado e celebrando.

Somos as pessoas que estávamos esperando.

Nação Hopi
Oraibi, Arizona

("Os índios Hope constituem a etnia cultural mais antigua da América do Norte, com raízes na região denominada Four Corners -New Mexico, Colorado, Utah y Arizona. Não só foram os primeiros habitantes do continente, mas também são considerados por outras nações indígenas como possuidores de uma grande sabedoria e um conhecimento das coisas que vai muito além da compreensão corrente. Consolidaram-se como uma cultura identificável no ano 1 da era atual e respondem ao nome de Hisatsinom, "Povo de Muito Tempo").

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O CAMPO UNIFICADO OU CONSCIÊNCIA ELEVADA

O Campo Unificado ou Consciência Elevada é um campo de energia cientificamente comprovado que permeia e conecta tudo no mundo e no Universo. Nós somos parte desta vasta matriz dinâmica de intercâmbio e manifestação de energia.

O Campo Unificado é a força mais catalítica, que dá a propulsão para a transformação da consciência planetária. Esta matriz avançada é o enfoque número um e o alinhamento de base para que seres de luz, obtenham sua missão na transformação da consciência para o coletivo da humanidade.

A Rede Cristalina planetária é uma estrutura energética nova, ativada continuamente e parte do Campo Unificado. É um componente integral do modelo Cristalino da Nova Terra.

Cientistas e físicos quânticos produziram uma extensa investigação quantitativa, que oferece evidências sólidas de que o Campo Unificado existe e que nossos pensamentos e emoções são capazes de afetar, de forma profunda, todos os aspectos de nossas vidas e do mundo.

Também é através da investigação comprovada que foi detectado que é necessária uma quantidade de pessoas focadas de forma coletiva e em estado meditativo, para que se efetue uma mudança maior para uma população determinada. Para isto é necessária a raiz quadrada de um por cento da população. Isto significa que só com 8,000 de nós, que estejamos comprometidos em uma meditação coletiva, afetaremos a transformação em escala global!

"No final das contas, poderíamos descobrir que nossa habilidade para compreender as "regras" da Matriz Divina (Campo Unificado) sustenta a chave para nossa cura mais profunda, nosso maior gozo e nossa sobrevivência como uma espécie. Através da conexão vivida dentro de você, de mim e de cada humano que caminha na Terra, temos uma linha direta com a mesma força que cria tudo, desde átomos e estrelas ao DNA da vida!"
Gregg Braden - Cientista, Visionário e Erudito
http://www.greggbraden.com (Inglês)

"O Campo é como encontrar a força na Guerra das Galáxias. O Campo do Ponto Zero (Campo Unificado) conecta tudo no universo e nós mesmos somos parte desta vasta teia de aranha dinâmica de intercâmbio de energia. O Campo também revela um novo paradigma biológico, que a nosso nível mais fundamental, a mente humana e o corpo, não estão distantes e separados do meio ambiente; mas que formam um pacote pulsante de energia que interage constantemente com este vasto mar de energia".
Lynne McTaggart -Investigadora, Autora, Conferencista
http://www.theintentionexperiment.com (Inglês)

"Creio que o que podemos fazer em seguida, é criar uma influência poderosa meditativa para a paz e uma unidade global, reunindo grupos, através do país e através do mundo, para meditar em forma coletiva. A investigação mostra que a meditação grupal tem um impacto poderoso na sociedade, ao incrementar a unidade e a harmonia, assim como para reduzir o stress social."

Publicado em SINCRODESTINO 2012, por Roberto Trevilla Baz.
Traduzido para o português por Eleonôra

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A DANÇA COMO CAMINHO DE CONEXÃO INTERIOR

Uma verdadeira viagem se inicia quando o movimento alça vôo em nossos corpos. Porque somos muito mais do que nos ensinaram.

As danças têm suas origens na maravilhosa relação com a Grande Natureza, a Mãe Terra, com o Sol, os Planetas e as Estrelas.

O movimento, em entrega total, estabelece uma conexão com a divindade de nosso Ser. Aqui tudo é Sagrado, tudo é uno, comum união.

Quando você dança pode sentir a conexão com os diversos elementos, como por exemplo: o vento que alude à transparência do espírito; a água que é pura flexibilidade; você também pode se converter em montanha, porque interiormente somos tão imponentes e fortes como ela. Outras vezes voaremos buscando o fogo e a luz do Sol, ou viajaremos no brilho de uma estrela.

Contam as diversas tradições que os deuses criadores se reuniram, para plasmar cada um a partir de seu dom. Assim uns se dispuseram a trabalhar com os sons e os cantos; outros pintaram o universo de cores; alguns brincaram com as formas e finalmente outro grupo animou com o movimento, para que tudo fluísse em harmonia e beleza.
O homem, dizem, foi criado para gozar de todos os sentidos e lhe outorgaram a qualidade de experimentar a criatividade, que é uma sincronização com os dons dos deuses. Por isso quando dançamos e cantamos recordamos esse pedaço da chispa divina que na verdade somos.

A dança, em primeiro lugar, quebra todas as limitações da mente e permite descobrir o poder de ser.

Em seguida, são removidas as emoções para serem transformadas; vão aparecendo, como camadas, para serem abandonadas espontaneamente.

Conforme se dança a energia flui e os corpos sutis gradualmente fecham antigas feridas. Aparece o bem-estar e a capacidade de desfrutar; geramos endorfinas.
Um dia descobrimos a enorme capacidade de nos comunicar através desta linguagem que transcende idiomas e fronteiras. Aparece a reciprocidade de dar e receber amor. É o poder do coração aberto.

Um pouco mais adiante, a dança não terá formas rígidas e expressará a conexão com o ser total que pode ser experimentado como êxtase. O conjunto de corpos que somos se torna flexível, elástico. Passamos do movimento total à quietude mais extrema, tal e qual são os ritmos da natureza expressas nas estações.

Vamos descobrindo que o corpo se manifesta em formas geométricas enquanto dança, e em um momento a entrega é tal que você se converte em luz, só luz. É maravilhoso você sentir que está aqui e ali, plenamente consciente.

Por isso, especialmente nas tradições nativas o trabalho com as danças, não requer plantas de poder. A dança e o canto são alucinógenos sonoros por excelência, expandem a consciência naturalmente.

Então a dança é geradora de purificação para a alma de quem está trabalhando com ela, quando se utilizam as músicas adequadas.

Você é convidado a experimentar e a contar suas experiências.

Fonte: Rede Cusi Huasi
Tradução para o português: Eleonôra

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